Neste artigo, exploramos a primeira das três reflexões essenciais antes de adentrar no estudo da filosofia do direito: Deus, homem e sociedade. Destacamos que, sem a compreensão desses pilares, é impossível aprofundar-se nos conceitos jurídicos fundamentais. A análise começa com uma reflexão sobre a existência de Deus, abordando questões filosóficas e teológicas clássicas, como a transcendência da alma humana e as leis naturais que regem o universo. Através dos ensinamentos de Santo Tomás de Aquino, o texto convida o leitor a refletir sobre a existência de um ser criador e a importância dessa compreensão para o estudo da filosofia do direito.
3. O método filosófico
Sumário Na lição 1 refletimos sobre quem é o verdadeiro estudante da filosofia. Na lição 2, sobre o quê é estudar filosofia e destacamos três itens básicos que significa não estudar filosofia. Agora, na lição 3 refletiremos um pouco sobre o como estudar filosofia. O "como" estudar nada mais é do que seu método. Estudar... Continuar Lendo →
2. O que é e o que não estudar filosofia?
O verdadeiro estudante de filosofia busca a verdade e a essência das coisas, motivado por uma inquietação interior. Estudar filosofia vai além da mera leitura ou ideologia; é um processo contínuo de questionamento e aprofundamento. O relativismo nega a verdade, e não se configura como filosofia. A busca pela verdade, muitas vezes incômoda, é essencial nesse caminho.
1. O estudante ideal da filosofia do direito
Sumário Embora o estudo da filosofia, em potência, seja acessível a todos; em ato, não o é. O espírito filosófico, de regra, pressupõe uma inquietação, um espanto, como dizia Aristóteles. É esse espanto, essa inquietação com o discurso corrente, que faz brotar no interior da pessoa o desejo de descobrir ou sondar o princípio primeiro,... Continuar Lendo →