A dignidade da filosofia

Na República (Edipro, p. 357), Platão destaca um motivo fundamental pelo qual a filosofia muitas vezes gera afastamento das pessoas: o fato de pessoas indignas se lançarem no campo da filosofia. Essa colocação de Platão é preciosa e precisa. Todo o pedantismo e sofisma provém de pessoas que gostam apenas da respeitabilidade que inspira no... Continuar Lendo →

O que há com o direito?

O principal problema atual do direito é a abstração crescente na aplicação das normas, que, junto ao pós-positivismo, requer maior reflexão dos juristas. A rotina e as limitações ideológicas dificultam essa reflexão, levando à repetição de conceitos. A seriedade na aplicação de princípios é essencial para preservar a segurança jurídica e a estabilidade social.

4. Deus

Neste artigo, exploramos a primeira das três reflexões essenciais antes de adentrar no estudo da filosofia do direito: Deus, homem e sociedade. Destacamos que, sem a compreensão desses pilares, é impossível aprofundar-se nos conceitos jurídicos fundamentais. A análise começa com uma reflexão sobre a existência de Deus, abordando questões filosóficas e teológicas clássicas, como a transcendência da alma humana e as leis naturais que regem o universo. Através dos ensinamentos de Santo Tomás de Aquino, o texto convida o leitor a refletir sobre a existência de um ser criador e a importância dessa compreensão para o estudo da filosofia do direito.

3. O método filosófico

Sumário Na lição 1 refletimos sobre quem é o verdadeiro estudante da filosofia. Na lição 2, sobre o quê é estudar filosofia e destacamos três itens básicos que significa não estudar filosofia. Agora, na lição 3 refletiremos um pouco sobre o como estudar filosofia. O "como" estudar nada mais é do que seu método. Estudar... Continuar Lendo →

2. O que é e o que não estudar filosofia?

O verdadeiro estudante de filosofia busca a verdade e a essência das coisas, motivado por uma inquietação interior. Estudar filosofia vai além da mera leitura ou ideologia; é um processo contínuo de questionamento e aprofundamento. O relativismo nega a verdade, e não se configura como filosofia. A busca pela verdade, muitas vezes incômoda, é essencial nesse caminho.

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